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U E - Com 27 escritórios, NFIA está presente em 17 países PDF Stampa E-mail
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Notizie - Brasile
Mercoledì 06 Giugno 2018 15:46



 
São Paulo, 5 de junho de 2018 - Conhecida como NFIA (sigla em inglês para Netherlands Foreign Investment Agency), a Agência de Investimento Estrangeiro da Holanda completa 40 anos de existência em 2018. Hoje, a agência possui 27 escritórios em 17 países, sendo um deles o Brasil, no qual a NFIA está presente desde 2010. Em sua trajetória, a agência ajudou mais de 4 mil empresas de cerca de 50 países a expandirem seus negócios ou estabelecerem-se na Holanda. Entre elas, estão: Boeing, Tesla, Oracle, Medtronic, Danone, Siemens, Huawei, SABIC e Samsung.
A agência atua conectando as empresas estrangeiras à Invest in Holland Network e apresentando ampla gama de recursos e ferramentas gratuitos para ajudar em todas as etapas do processo, desde o recrutamento de talentos até à apresentação de parcerias público-privadas.
Entre os serviços gratuitos e confidenciais da agência, está a orientação personalizada, que envolve, entre outras atividades, a familiarização com o país (qualidade de vida, cultura, educação); a apresentação de parceiros-chave (autoridades fiscais, alfandegárias e de imigração; agências de investimento regionais; empresas; prestadores de serviços); e o aconselhamento sobre procedimentos diversos (fiscais, governamentais, trabalhistas e de permissão).
Uma das missões centrais da NFIA é colocar setor de negócios continuamente na agenda política holandesa. Assim, age como um canal para as empresas estrangeiras compartilharem com o governo da Holanda seus pontos de vista e experiências, colocando os feedbacks nas mãos corretas para que possam ser considerados em futuras tomadas de decisão.
Resultados de 2017
No ano passado, 357 empresas estrangeiras escolheram a Holanda para realizar suas principais operações, seja criando escritórios no país, seja trabalhando como centros de distribuição ou hubs de pesquisa e desenvolvimento.
Os resultados deste investimento foram a geração de 12.686 empregos e contribuição com 1,67 bilhões de euros para a economia holandesa. A NFIA foi responsável pela maioria destes números: 8. 158 empregos e 1,23 bilhões de euros.
Entre as empresas que investiram na Holanda em 2017, estão: Netflix (a gigante da TV por streaming sediada nos Estados Unidos); Nuctech (líder global no fornecimento de produtos e soluções para segurança); Merck Performance Materials (companhia líder em ciência e tecnologia) e Quiqup(empresa de logística, provedora de serviços de entrega sob demanda, com sede em Londres).
Sobre Jeroen Nijland – Diretor Mundial NFIA
Comissário para Investimentos Estrangeiros da NFIA desde fevereiro de 2014, Nijland é responsável pela administração geral da sede da agência em Haia, bem como pelos seus 27 escritórios no exterior. Nos dois anos anteriores ao seu início na NFIA, foi membro do Grupo de Trabalho para a Grécia na Comissão Europeia.
Formado em política e economia pela Universidade Radboud de Nijmegen, Nijland começou a trabalhar no Ministério de Assuntos Econômicos da Holanda em 1990. Lá, ocupou diversos cargos relacionados a políticas para pequenas e médias empresas, à tecnologia e à economia da informação.
De janeiro de 2003 a fevereiro de 2011, ele liderou a unidade conjunta do Ministério das Finanças e do Ministério de Assuntos Econômicos que foi responsável pela reforma regulatória para empresas na Holanda. Durante esses anos, também foi presidente do Comitê de Política Regulatória da OCDE - Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico.
Robbert Meijering – Diretor NFIA Brasil
Diretor do escritório da NFIA no Brasil desde 2015, Robbert Meijering tem como missão atrair empresas brasileiras para a Holanda e auxiliá-las. Graduado em Finanças e Administração de Empresas pela Universidade de Amsterdã e certificado pelo Chartered Financial Analyst (CFA) Program, Meijering, antes de ingressar na NFIA, ocupou vários cargos como investidor em projetos de infraestrutura no ABN AMRO Bank, Macquarie Capital General Electric para a América Latina.
Contato:
SPMJ Comunicação
Tel. 11.32892699
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Holanda: País Atrativo para Investimento
Competitividade Fiscal
Do ponto de vista fiscal, Holanda é um dos países da Europa mais atrativos para as companhias internacionais. A administração fiscal do país é acessível, transparente e cooperativa, e seu sistema tributário oferece vários recursos para as empresas que buscam realocar-se ou expandir suas operações na Europa. Entre eles, estão uma extensa rede de tratados bilaterais para evitar a dupla tributação e uma competitiva taxa de imposto de renda corporativo (entre 20 e 25%).
Há, também, programas de incentivos fiscais para investimentos em inovação, pesquisa e desenvolvimento, como o WBSO, que oferece redução de 32% (até 40% para startups) em relação aos primeiros 350.000 € investidos em P&D; e o Innovation Box, que garante uma taxa de imposto de apenas 7% sobre os rendimentos de ativos intangíveis (incluindo inovações tecnológicas).
Uma das melhores forças de trabalho do planeta
O sistema de educação holandês está entre os melhores do mundo, o que gera uma força de trabalho altamente qualificada. De acordo com o Índice de Competitividade Global (GCI - Global Competitiveness Index) 2017-2018 do Fórum Econômico Mundial (WEF - World Economic Forum), o país ocupa a quarta posição no ranking Top 10 em Educação Superior e Treinamento, tendo à sua frente apenas Singapura, Finlândia e Estados Unidos.
O sistema de ensino superior holandês engloba 14 universidades, 34 institutos de educação profissional e amplo suporte para treinamentos especializados, visando manter a economia competitiva por meio de trabalhadores produtivos e com diferentes capacidades. A maioria dos holandeses (90%) é fluente em inglês, e muitos falam outros idiomas, como alemão e francês.
A grande produtividade destes profissionais deve-se também à ótima qualidade de vida que o país oferece, com alto padrão e baixo custo, o que garante trabalhadores saudáveis e felizes. Essa realidade é comprovada pelo World Happiness Report 2018 das Nações Unidas, que classifica a Holanda como o 6º país mais feliz da Terra.
Além disso, graças à estabilidade e abordagem pragmática do governo holandês, a relação entre empregadores e colaboradores é diplomática, perdendo-se pouco tempo em disputas trabalhistas em comparação com a Europa como um todo.
Excelente infraestrutura tecnológica e logística
O moderno sistema de transportes da Holanda, combinado com sua localização estratégica, torna o país ideal para operações de logística e distribuição, permitindo às empresas atingirem milhões de consumidores da Europa, Oriente Médio e África. Some-se a esta vantagem uma rede de telecomunicações que está entre as melhores do mundo em qualidade, velocidade e confiabilidade.
Transportes
Com quase 200 prêmios europeus e mundiais, o Amsterdam Airport Schiphol é o principal aeroporto da Europa para transporte de carga e passageiros. EIe está localizado a uma hora e meia das principais cidades holandesas, acessíveis através da densa e sofisticada rede de rodovias e estradas secundárias. Outros quatro aeroportos regionais, também com serviços internacionais, colocam a Holanda no topo do ranking de infraestruturas aeroportuárias do mundo. 
Fica na Holanda o maior e mais importante porto da Europa - o Porto de Rotterdam, que permite a entrega de cargas, em menos de 24 horas, para os principais centros industriais e econômicos da Europa Ocidental. O país também possui o Porto de Amsterdam, o quinto maior da Europa, e os portos de Groningen e Zeeland. Ao todo, os portos holandeses movem mais de 580 milhões de toneladas métricas por ano.
A Holanda é o primeiro país da Europa e quinto do mundo em relação à qualidade das suas estradas. São mais de 139.000 km de estradas, incluindo 3.055 km de acesso limitado, autoestradas de alta velocidade, que fazem do país uma região privilegiada para o transporte internacional de carga rodoviária.
O sistema ferroviário holandês, com sua rede de 3.055 km, permite acesso rápido e direto aos principais centros logísticos da Europa, graças às suas três linhas de alta velocidade e à Betuweroute - a ferrovia de carga dupla que liga Rotterdam à fronteira alemã.
Banda larga
A Holanda é um dos países com maior conexão e cibersegurança da Europa. Possui a maior penetração de banda larga per capita do mundo - 99% de todas as famílias - assim como a velocidade média mais rápida do mundo. A avançada rede de fibra ótica, 100% digital, suporta uma forte comunidade de startups, data centers e empresas digitais multinacionais, incluindo a Microsoft, Cisco, Tata, Infosys, Huawei, Oracle, Intel, IBM, Verizon e Google.
Amsterdam, em particular, tornou-se hub digital nos últimos anos, graças à presença da AMS-IX (Amsterdam Internet Exchange): o principal ponto de troca de tráfego da Internet. Vale lembrar que a maioria dos cabos marítimos transatlânticos que conectam a América do Norte e a Europa Continental vão diretamente para o país.
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Em 8 anos, escritório brasileiro da Agência Holandesa de Investimentos (NFIA) já responde por 1/3 dos investimentos
da América Latina na Europa
•            No mundo, NFIA completa 40 anos em 2018
•            Grande novidade é a chegada de pequenos e médios negócios brasileiros aos Países Baixos, incluindo empresas de tecnologia que usam a Holanda como hub para seus negócios internacionais, devido à excelente conectividade com o resto do mundo
São Paulo, 5 de junho de 2018 - Quais são as oportunidades de negócios para empresas brasileiras na Europa? Muitas, segundo a Agência de Investimentos Estrangeiros na Holanda (NFIA, na sigla em inglês), que em 2018 completa 40 anos de atividades atraindo companhias e investidores para impulsionar seus negócios em um dos cenários mais avançados e atraentes para vários tipos de atividades, do setor de saúde ao agronegócio, passando por logística, tecnologia da Informação ou aeroespaço. Instalada no Brasil desde 2010, com suas atividades ganhando impulso a partir de 2012, NFIA confere especial importância a nosso país: aqui se encontra a única sede desta entidade do governo holandês em toda a América Latina.
“O Brasil é responsável por 1/3 de todos os investimentos provenientes da América Latina na Europa, o que explica seu papel de destaque em nosso cenário econômico e nos levou a instalar uma sede da NFIA em São Paulo para dinamizar e facilitar essas atividades”, explica Robbert Meijering, diretor responsável da entidade, ligada ao Ministério de Assuntos Econômicos.
“A Holanda é um ótimo hub, tendo o porto de Roterdã como o maior ponto de entrada para toda a economia da Europa. E o aeroporto de Amsterdã-Schiphol é o segundo maior em conectividade da Europa, só perdendo para o de Frankfurt, mas superando Paris, Londres e Munique, por exemplo, além de oferecer voos diretos para São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza”, destaca Meijering. “Após a criação da União Europeia, o clima de negócios melhorou sensivelmente, impulsionando o livre mercado, a ponto de hoje a NFIA manter, além de sua sede em Haia, 27 escritórios espalhados pelo planeta”, acrescenta o diretor. O balanço é significativo: desde sua criação, em 1978, a NFIA já ajudou e orientou mais de 4 mil empresas de 50 países a se instalarem ou expandirem seus negócios na Holanda.
Como novidade, Meijering destaca “a chegada de pequenos e médios negócios brasileiros aos Países Baixos, incluindo empresas de tecnologia que usam a Holanda como hub para seus negócios internacionais, devido à excelente conectividade com o resto do mundo”.
 A NFIA aponta algumas áreas-chave que atraem maior número de investidores globais: saúde e ciências da vida (ramo que estuda organismos e micro-organismos), agronegócio, logística, tecnologia da Informação (TI), química, sistemas de alta tecnologia, criatividade, energia e aeroespaço. “Priorizamos esses setores porque neles a integração Governo-Universidades-Empresas é mais sólida, nos ajudando a atrair as melhores empresas de cada ramo”, justifica Meijering. A NFIA expõe detalhes do cenário de negócios na Holanda, recebendo apoio da rede diplomática para impulsionar e concretizar os intercâmbios surgidos a partir dessas iniciativas.
Brasileiros na Holanda
E qual seria a participação de empresas brasileiras nessas áreas? No ramo da saúde, por exemplo, o diretor da NFIA destaca a Timpel, empresa de Med Tech (medicina técnica utilizada em laboratórios e emergências), que desenvolveu um equipamento para monitorar o volume de oxigênio nos pulmões e ajudar em intervenções cirúrgicas. “Após forte crescimento de seus negócios na Europa, a Timpel estava procurando uma base operacional na Europa para ficar mais perto do mercados-chave e clientes na Europa, tornando-se ainda mais competitiva e ágil. Em parceria com a NFIA, a Timpel avaliou a melhor maneira de fortalecer os negócios no mercado europeu”, destaca Meijering.
O agronegócio não fica atrás: a Citro Suco, a maior produtora mundial do suco de laranja e grande exportadora brasileira de produtos cítricos, sobretudo relacionados à laranja, também usa a Holanda como hub para o mercado europeu.
Embora tenha outros investimentos operacionais na Europa, a Braskem, importante empresa do setor químico e petroquímico, também escolheu a Holanda com sua sede europeia, instalando ali seu escritório corporativo e seus departamentos de marketing e finanças. O mesmo ocorreu com a Embraer, líder mundial de jatos de médio porte, cuja matriz europeia funciona em Amsterdã, administrando vários setores, como financeiro e comercial, e centralizando todas as operações comerciais relacionadas à Europa, à África e ao Oriente Médio.
Na área da energia, Meijering destaca a instalação do escritório operacional da WEG, empresa multinacional brasileira com sede de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina, que oferece soluções tecnológicas adequadas para cada necessidade de sustentabilidade, uma tendência que cresce bastante na Europa. Com o forte crescimento do setor eólico na Holanda, a WEG está muito bem posicionada para conquistar boa parte do mercado. Além disso, produz toda uma linha de máquinas elétricas, incluindo equipamentos de segurança, motores e turbinas.
Mas o ambiente de negócios na Holanda não se limita às áreas acima destacadas. O chamado setor de “logística fashion”, por exemplo, envolve centros de distribuição de moda que atendem a empresas importantes como Tommy Hilfiger e American Aparel, além de sediar a Inditex (distribuidora da Zara).
A Holanda ocupa o terceiro posto de mais inovador no ranking do Global Innovation Index, com índices quase iguais aos dois primeiros colocados, Suíça e Suécia. “Amsterdã é hoje o grande polo da criatividade global e capital da inovação, estimulando setores de tecnologia, design e marketing por atrair talentos criativos que sentem dificuldades de se instalar em grandes capitais europeias cujo custo de vida é altíssimo”, observa Meijering. “Amsterdã é a segunda mais barata cidade da Europa, só perdendo para Dublin, na Irlanda, o terceiro melhor ambiente de negócios do mundo, segundo a revista Forbes, e o quinto país mais competitivo do mundo como aponta o IMD World Competitiveness Ranking”.
Outras empresas brasileiras também atuam na Holanda como BrasilFoods, Petrobras, Embraer, JBS, Braskem, Villares Metals, CBBM, Neogrid. 
Inspirada na cor nacional dos Países Baixos (laranja, em homenagem à Casa de Orange-Nassau), a NFIA resume assim suas atividades: “Estendemos o tapete laranja a vocês, oferecendo serviços grátis e confidenciais para iniciar, impulsionar e expandir sua empresa na Holanda”.
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Ultimo aggiornamento Mercoledì 06 Giugno 2018 22:28
 

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