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Notizie - Politica
Giovedì 15 Dicembre 2016 14:52


Ieri, martedì 13 dicembre, il neo-premier Paolo Gentiloni ha illustrato all’Aula della Camera le linee programmatiche del nuovo Esecutivo. Nelle dichiarazioni di voto, la deputata Renata Bueno, che già era stata convocata nei giorni precedenti dal Presidente della Repubblica Sergio Mattarella nelle consultazioni per la formazione del nuovo governo, ha preso la parola per dichiarare la fiducia al Governo Gentiloni.

RENATA BUENO. 13/12/2016 “Presidente, caro Presidente del Consiglio, Paolo Gentiloni, cari Ministri, l’Italia è un Paese costituzionalmente composto da 60 milioni di cittadini residenti in territorio italiano e altri 60 sparsi nel mondo, di cui 4 milioni con diritto al voto, rappresentati da 12 eccellenti deputati in questa casa. Però non siamo solo voti, Presidente, siamo cittadini di serie A. Mi dispiace perché nella campagna referendaria abbiamo visto una grande polemica sul voto dei cittadini all’estero. È piuttosto brutto sentire un tale D’Alema dire che gli italiani all’estero non pagano le tasse e quindi non devono opinare sulla Costituzione. Voglio dire a questo signore e a tutti che coloro che ci ascoltano che noi siamo italiani come tutti gli altri e non costiamo nemmeno 1 euro a questo Stato, mentre siamo i più grandi collaboratori di questo Paese nel mondo. Perciò, Primo Ministro, voglio confermare le mie parole rilasciate al Presidente Mattarella nelle consultazioni: registrare la nostra partecipazione in questo momento politico. Il Governo Renzi ha dato grande attenzione agli italiani all’estero, e ci tengo che sappiate che la visione degli italiani all’estero verso l’Italia è veramente bella. Abbiamo detto «sì» al Referendum perché diamo grande valore a questo Paese, per lo stesso motivo appoggiamo questo Governo”.

RISULTATO VOTAZIONE: Alla Camera sono stati almeno 370 i voti a favore di Gentiloni. Precisamente: 301 voti favorevoli del Pd; 26 di Area popolare Ncd; 17 di Civici e Innovatori; 13 di Des-Cd; 6 della Minoranze linguistiche; 1 di Renata BUENO; 4 Udc; 3 Psi-Pli; 3 M.Ppa. Il governo Renzi ottenne al primo voto di fiducia alla Camera, il 25 febbraio del 2014, 378 voti (AGI)

BUENO (MISTO): GENTILONI SARÀ GARANTE DEL RUOLO DELL’ITALIA NEL MONDO

12/12/2016 “Non può esserci figura più capace ed autorevole di quella di Paolo Gentiloni per ricoprire l’incarico di nuovo presidente del governo italiano e di interlocutore con gli altri Paesi nel mondo”. Queste le parole di Renata Bueno, l’esponente italo-brasiliana della componente dell’Unione Sudamericana Emigrati Italiani (USEI) del Gruppo Misto alla Camera dei Deputati, a seguito del mandato che il presidente della Repubblica, Sergio Mattarella, ha conferito al ministro degli Esteri per formare un nuovo governo, dopo le dimissioni di Renzi.
La deputata ha evidenziato che “Paolo Gentiloni, come Ministro degli Esteri, ha saputo riposizionare l’Italia come protagonista in Europa e ristabilire rapporti fondamentali con quei Paesi, per esempio in Sud America, dove vi è una considerevole presenza di comunità italiane che vivono all’estero. Sono convinta, infatti, che se ha saputo svolgere così bene questo ruolo durante il Governo Renzi, sicuramente adesso avrà l’opportunità di fare un’adeguata riforma elettorale per superare questa fase di crisi politica. Senza dimenticare”, rileva la parlamentare, “che nei prossimi mesi l’Italia sarà chiamata a partecipare ad importanti appuntamenti internazionali, come il G7 e il Trattato di Roma, dove sarà fondamentale presentarsi con un’immagine solida del nostro Paese”
“Adesso che il testimone passerà al nuovo ministro degli Esteri mi auguro ci possa essere un confronto sempre costruttivo perché”, conclude Bueno, “è necessario dare continuità a tutte le iniziative intraprese dall’Italia con l’estero”.(aise).

DECLARAÇÃO DE CONFIANÇA DA DEPUTADA AO GOVERNO GENTILONI

Na terça-feira, dia 13, o novo primeiro ministro Paolo Gentiloni apresentou o conteúdo programático do novo Executivo. Nas declarações de voto, a deputada Renata Bueno, que nos dias anteriores tinha sido convocada nas consultas para a formação do novo governo pelo Presidente da República, Sergio Mattarella, interveio no Parlamento para declarar a confiança ao Governo Gentiloni.

“Caro Presidente do Conselho Paolo Gentiloni, caros Ministros, a Itália é um País constitucionalmente composto por 60 milhões de cidadãos residentes na Itália e mais 60 espalhados no mundo, dos quais 4 milhões com direito ao voto, representados por 12 excelentes deputados nesta casa. Todavia, não somos somente votos, Presidente, somos cidadãos de série A. Lamento que durante a campanha referendaria assistimos a uma grande polêmica sobre o voto dos cidadãos no exterior. Foi bastante triste escutar comentários como o expressado por D’Alema sobre o fato que a partir do momento que os italianos no exterior não pagam os impostos, não deveriam opinar sobre a Constituição. Quero dizer a este senhor e a todos que nos escutan que nós somos italianos como todos os outros e não custamos nem 1 euro a este Estado, enquanto somos os maiores colaboradores destes País no mundo. Por isso, Primeiro Ministro, quero reafirmar o que já expressei para o Presidente Mattarella durante as consultas: a vontade dos italianos no exterior de participar deste momento político. O governo Renzi deu grande atenção aos italianos no exterior e quero que saibam que a visão que os italianos no exterior têm da Itália é muito linda. Dissemos “SIM” ao Referendo porque damos grande valor a este País e pelo mesmo motivo apoiamos a este Governo”.

Governo: “Não poderia ter opção melhor de que Gentiloni”

ROMA 11 DIC – “Não poderia ter alguém mais adequado e mais capaz do que Paolo Gentiloni para exercer o cargo de Primeiro Ministro do governo italiano e de interlocutor com outros países do mundo”. Estas foram as palavras de Renata Bueno, membro ítalo-brasileira da União da América do Sul Emigrados Italianos (USEI) do Grupo Misto na Câmara dos Deputados, depois da indicação de Paolo Gentiloni, ex-Ministro do Exterior e da Cooperação Internacional, pelo Presidente da República Sergio Mattarella, para a formação de um novo governo.
“Como Ministro do Exterior, ele soube conferir à Itália uma posição de protagonista na Europa e restabelecer relações fundamentais com aqueles países, como os da a América do Sul, onde existe uma forte presença de comunidades italianas que vivem no exterior. Acredito que sua ótima gestão no Ministério do Exterior durante o Governo Renzi seja precursora de um igualmente ótimo governo. Estou convencida que ele terá a oportunidade de fazer uma adequada reforma eleitoral para superar esta fase de crise política. Sem esquecer, acrescenta a deputada- que nos próximos meses a Itália será chamada a participar de importantes encontros institucionais, como o G7 e o Tratado de Roma, onde será fundamental levar uma imagem sólida do nosso País”. “Agora que o encargo passará ao novo Ministro do Exterior, espero que possamos continuar tendo um percurso construtivo porque- concluiu a parlamentar- é necessário dar continuidade a todas as iniciativas da Itália com o exterior”.

Renata Bueno apresenta suas considerações ao Presidente da Itália

Foi destaque na imprensa nacional e internacional a participação da deputada Renata Bueno na reunião com o presidente da Itália, Sérgio Mattarella. Única mulher ouvida nas consultas e primeira brasileira a participar de uma reunião para definições sobre futuro político da Itália, Renata Bueno foi notícia na imprensa escrita, falada e televisiva.
A deputada ítalo-brasileira Renata Bueno defendeu na última sexta-feira 9 de dezembro, , em encontro com o presidente da Itália, Sergio Mattarella, a formação de um governo amplo no país que possa superar a instabilidade política que se instalou após a renúncia do primeiro-ministro Matteo Renzi. O primeiro passo, ressaltou a parlamentar, é a reforma da lei eleitoral italiana para que novas eleições possam ser realizadas com calma em 2017. Mattarella ouviu desde a quinta-feira os representantes de 23 delegações que representam as forças políticas do país. Foi a primeira vez que uma brasileira participa de uma reunião desse tipo que define o futuro político da Itália em momentos de crise. As consultas prosseguiram até sábado, quando foram ouvidos os representantes dos maiores partidos.
“No encontro deixei claro que estava vindo não só em nome dos italianos que vivem no exterior, mas trazendo uma visão de como o exterior enxerga a tradicional instabilidade política da Itália. Propusemos um governo de ampla participação das forças políticas, justamente para dar um pouco mais de estabilidade para o novo governo. Temos que superar a lei eleitoral, que precisa ser reformulada. É um momento em que precisamos de calma”, afirmou a parlamentar, que reconhece que existe uma pressão para convocação urgente de novas eleições, o que ela considera não ser o melhor caminho.
A queda do governo italiano aconteceu após a derrota de Renzi no referendo que consultou a população sobre a reforma da Constituição. Idealizador da reforma, Renzi viu sua proposta ser rejeitada por quase 60% dos eleitores e entregou o cargo na última quarta-feira.
Renata Bueno avaliou, no entanto, que, apesar de ter perdido no referendo, o governo Renzi promoveu excelentes iniciativas que não podem ser abandonadas. “Esse novo governo temporário e amplo que defendemos precisa terminar algumas ações fundamentais iniciadas por Matteo Renzi, até porque ele patrocinou movimentos interessantes para o exterior. Retomou a posição com a União Europeia, firmou acordos importantes com potências como os Estados Unidos e fez visitas fundamentais na América do Sul. Para nós foi muito bom ter a presença de Renzi e de vários ministros da Itália não só no Brasil como em outros países da região. Isso restabeleceu um relacionamento muito importante com o exterior. Superada essa fase, que chamemos novas eleições”, disse a deputada, que se colocou a disposição do presidente Mattarella para colaborar com a formação de um novo governo técnico.
Renata Bueno, que é vice-presidente do Grupo Misto e líder do USEI (União Sul-Americana de Emigrados Italianos), explicou que “duas possibilidades para a superação da crise estão colocadas na mesa. Estamos definindo se será formado um governo técnico, com a participação ampla das forças políticas, ou se será preciso convocar novas eleições em breve. Caso seja formado um governo amplo, cada partido ou grupo será consultado como deseja participar”, explicou a parlamentar, que foi eleita para o Parlamento italiano em 2013 com os votos de sul-americanos com dupla cidadania e italianos resistentes na América do Sul.
A parlamentar reforçou ainda que a melhor saída para a crise seria a formação imediata de um governo técnico. “Tenho a opinião que o governo técnico tem que ser formado de qualquer maneira, porque é uma fase transitória. Também tem que ser feita a lei eleitoral porque hoje só temos em vigor uma lei para a Câmara dos Deputados, já que na reforma da Constituição, rejeitada no referendo, era prevista a abolição do Senado. E isso dependerá ainda de consultas e de uma posição do Supremo Tribunal Federal. Só depois seria possível convocar novas eleições. É certo que não dá para ficar esperando o fim dessa nossa legislatura, que acabaria em setembro do ano que vem, mas as coisas precisam ser feitas com calma. A Itália está passando por um período polêmico, passa por uma crise política, mas não pode ficar sem um governo forte”, defendeu Renata Bueno.

Referendo

A deputada ítalo-brasileira percorreu o Brasil e outros países da América do Sul para fazer campanha pelo voto sim no referendo que consultou os eleitores sobre a reforma da Constituição da Itália. No Brasil, ajudou a conseguir cerca de 84% de votos “sim” no referendo de Renzi. Entre os principais pontos da reforma estavam o fim do bicameralismo perfeito, o que representa mudanças nas atribuições da Câmara e Senado; a abertura de possibilidade de apresentação de projetos de iniciativa popular; e o esclarecimento das competências entre estados e regiões.

Assessoria Parlamentar



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Ultimo aggiornamento Giovedì 15 Dicembre 2016 15:13
 

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